Evento de Destino em Porto Alegre

E aí, quem se habilita a sair neste friozinho para ir a um evento literário tão legal promovido pelo Blog da Guardiã em parceria com a Suma de Letras?

Eu quero muito ir!

Emily Giffin – Something Blue

Olá pessoal! Muito frio por estes dias não é?! Aqui no RS estamos todos congelando com certeza. Não dá coragem de sair de casa de manhã e enfrentar o frio de3°C (agravado pelo vento cortante que deixa a sensação térmica em-5°C)!!! Para espantar este frio só mesmo um ler um bom livro enrolada em muitos cobertores e com um chocolate quente do lado! E a resenha de hoje é muito especial pelo carinho com que me vinculei à história deste livro.

Desde que li O noivo da minha melhor amiga comecei a apreciar muitíssimo o talento da autora Emily Giffin. Eu grudei na história que nem chiclete e foi muito triste terminar a leitura e não ter mais de Rachel e Dex. Por este motivo, resolvi lançar mão de recursos que eu não aprecio tanto e ler a continuação em e-book mesmo. Sim, este livro tem uma continuação. Só que agora é a vez de Darcy, a noiva traída no primeiro livro, contar a sua história e resolver a sua vida.

Se você já leu O noivo da minha melhor amiga deve estar pensando em quanto ódio conseguiu acumular por Darcy. Ela realmente não era flor que se cheirasse no primeiro volume (nossa hoje estou usando só expressões antigas, deve ser influência da Jéssica, do livro A caçadora)! Bem, nesse ponto vai ser impossível não dar spoiler sobre o fim do volume anterior então se você ainda não leu O noivo da minha melhor amiga pule o próximo parágrafo!!!

No final das contas não era apenas Dex que estava pulando a cerca (outra expressão do arco da velha) no seu relacionamento. Darcy estava com Marcus e se descobriu grávida. No mesmo dia, ela ainda flagrou sua melhor amiga na cama com o noivo (ou ex-noivo, já que ele tinha terminado tudo momentos antes, e não foi bem na cama e sim no armário, mas enfim)… Assim termina o primeiro livro e Rachel e Dex vivem felizes para sempre. Só que a roda do universo virou para o lado negro na vida de Darcy.

Sendo assim, Darcy está grávida de um tremendo idiota, sua família os odeia e ela não tem nenhuma perspectiva positiva em que se basear. Seu mundinho cor-de-rosa está desmoronando e, pela primeira vez na vida, ela sente que sua beleza não irá salvá-la. Tenho que admitir, foi prazeroso a ver quebrar a cara bonito no início do livro e receber tudo o que merecia por ser uma pessoa tão fútil. Ela não estava nem aí para o seu bebê, só se preocupava em estar perdendo a falsas amigas, não ter com quem conversar e estar no fundo do poço e da escala social.

Meio perdida, ela resolve ir para Londres se refugiar na casa de Ethan, o antigo colega de escola que é muito amigo de Rachel e um pouco amigo dela (ênfase no pouco). Na verdade ela meio que o obriga a aceitar em sua casa por “uns dias” com seu jeito pidão. Lá ela torra todo o dinheiro que tem em roupas, não procura um emprego e fica flanando pelas ruas com suas novas aquisições se sentindo novamente bem por estar na moda e ser livre dos homens. Até o meio do livro ela permanece sendo meio vaca. Só que Ethan não aguenta mais a rotina dela de compras desenfreadas (só de roupas de grife e nada para o bebê) drinques e vadiação pelo apartamento.

A cena onde ele fala poucas e boas pra ela merece um prêmio. Tirei o chapéu para a Sra. Giffin! Finalmente alguém com colhões para lhe por no seu lugar!!! E finalmente a verdade sobre o tipo de pessoa que ela é começa a se infiltrar em sua cabecinha de vento. Ela até faz uma listinha de resoluções e passa a tentar ser uma pessoa melhor.

Bem, só tenho a dizer que ameeeei o livro, é lindo, emocionante, aborda muito bem o tema do perdão e eu tive mais flashes da vida de Rachel e Dex, o que foi maravilhoso!!! Super recomendado, os livros desta mulher são geniais, ótimos chick-lits que tratam sobre temas complexos e sentimentos profundos. Não é a toa que Emily Giffin é psicóloga porque ela retrata muito bem as sensações e ações que as pessoas às vezes tomam por impulso. A mágoa e a raiva. O sentimento de traição e de posse, todas questões difíceis e que são levantadas com frequência em suas obras.

Espero sinceramente que Something Blue seja lançado aqui no Brasil em breve, pois quero tê-lo guardadinho na minha coleção! Vale a pena ler, se emocionar e divertir com um livro tão lindo e cativante.

Avaliação (de1 a5):

Stephanie Perkins – Anna e o Beijo Francês

Anna e o Beijo Francês foi uma leitura doce, agradável e surpreendente. Eu não esperava me envolver tanto com a história ou com a protagonista, mas logo nas primeiras páginas me vi sentindo os acontecimentos como se estivesse na pele dela.

Anna é uma jovem incrível, gostei muito da história dela, apesar de ser meio bobinha em certas questões afetivas. Mas afinal, quem não é ingênua nesta faze da vida, não é mesmo?

Os pais da garota são divorciados e ela mora com a mãe e o irmão. Tudo ia bem na sua vida de adolescente “quase adulta”: uma melhor amiga, um emprego de meio período e um cinema da cidade e um paquera “quase namorado” que ela arrumou neste trabalho.

Só que seu papai, que ficou famoso escrevendo best-seller de gosto duvidoso, resolveu que seria ótimo poder revelar ao seu novo e precioso grupo social que sua filha estuda no exterior. Sendo assim, Anna tem que arrumar as malas e partir para um colégio francês dedicado a alunos americanos.

Logicamente esta é uma experiência que a maioria das garotas morreria para ter. Só que a garota gostaria, ao menos, de ter sido perguntada sobre como se sentiria indo morar longe de todos que conhece em um país estranho por um ano.

Mas, mesmo contrariada, ela chega à nova escola e logo faz uma amiga. Meredith é uma jovem muito legal que está disposta a ajudar Anna a se enturmar. E é através dela que a moça conhece Étienne St. Clair.

Uma pausa agora para recuperar o fôlego após lembrar do senhor St. Clair! Ele é lindo, gostoso e tem o charme dos franceses misturado ao cavalheirismo dos ingleses e a diversão dos americanos. Anna e Étienne se dão bem logo de cara, mas existe uma pedra no sapato de nossa protagonista. St. Clair tem namorada e parece gostar muito dela.

Por este motivo, durante boa parte do livro os dois são apenas amigos. E surgem muitos problemas ao longo da trama que impedem algum outro tipo de relacionamento entre os dois. E quando eu digo muitos eu quero dizer muitos meeeesmo! Êta romancezinho complicado esse!

Adorei a narrativa, cheia de dramas e reviravoltas. Alguns são complexos e difíceis de lidar, outros apenas teimosia juvenil. O fato é que amei e odiei praticamente todos os personagens no decorrer da leitura. As cenas engraçadas me divertiram muito e foi impossível parar de ler.

Paris é uma cidade linda para se visualizar como pano de fundo para uma história como esta. Amei as descrições da autora e da insistência de Anna no ódio dos franceses aos tênis brancos. (Convenhamos, eu adoro tênis branco)!

A capa é linda e, apesar de ter alguns errinhos de grafia durante a obra, não me atrapalhou em nada enquanto eu lia. (Claro que ajuda muito o fato de eu ter amado o enredo)!!! Quero usar o blog agora para dar os parabéns à Editora Novo Conceito por publicar livro tão bons a preços mais acessíveis. Essa é uma atitude que deveria ser tomada como exemplo pelas concorrentes, porque é um absurdo o preço que se paga por um livro no Brasil. Aliás, como diria a professora Amanda Gurgel, isso só prova que “em momento algum a educação foi uma prioridade no nosso país”. Porque se fosse, com certeza haveria uma maior democratização da leitura. Mas enfim, chega de divagações políticas porque já me empolguei e escrevi demais!

Voltando ao livro… O final me agradou imensamente e se você, assim como eu, é fã de finais felizes, não vai se decepcionar 😉 Recomendado!

Avaliação (de 1 a 5):

Jill Mansell – Uma proposta irrecusável

Primeiro livro de Jill Mansell que eu tenho o prazer de ler, Uma proposta irrecusável, é fantástico!!! Um livro de estilo clássico que aborda muito bem a importância da família de ambos os lados em um relacionamento.

Lola era uma dolescente de 17 anos e vivia toda magia do primeiro amor com Douguie, um namoro recheado de carinho e afeição. Ambos estavam apaixonados e pretendiam seguir suas vidas e ir para faculdade juntos.

Porém, Lola não contava com a astúcia de sua “sogra”. A mãe de Douguie não desejava a união de seu filho com alguém de “baixo nível” como Lola. A família de Douguie era extremamente tradicional e rica. Então, para não prejudicar o futuro de seu filhinho, a matriarca faz uma proposta irrecusável a garota para que termine o relacionamento.

Dez anos depois, em um acaso do destino, eles voltam a se encontrar e chovem faíscas! Todos os sentimentos voltam com força total, mas Douguie não superou nem um pouco os acontecimentos do passado.

O mais divertido do livro são os personagens. Não é só a história dos dois que é contada. Tanto os pais de Lola quanto a irmã de Douguie garantem muito romance e boas risadas. O livro é extremamente divertido e engraçado, muito criativo em certos pontos também!

Com certeza pretendo ler as demais obras da autora, gostei muito do estilo de escrita e da narrativa imposta por ela. Parabenizo a Editora Planeta pelos ótimos lançamento do selo Essência. Praticamente todos são maravilhosos!

Avaliação (de 1 a 5):

Hilary Duff – Elixir

Hilary Duff sempre foi um ídolo para mim. Durante a pré-adolescência venerei o chão onde ela pisava, desde que assisti o filme “A nova cinderela” (que eu super recomendo), olhei todos os outros trabalhos dela!! Ouvia suas músicas indo para a escola, via seus clipes e tentava imitar durante a tarde e sabia tudo sobre ela. Mas a gente cresce e as coisas mudam. Depois de assistir “Material Girls” e me decepcionar, aos poucos fui me desligando da Srta. Duff.

Porém, este ano descobri que poderia me surpreender ainda mais com as várias facetas desta diva americana. Além dos constantes trabalhos pela paz, a carreira de atriz e cantora, sua linha de roupas e perfumes, a danada arrumou tempo para escrever um livro. E que livro!

O talento nato desta menina-mulher, pelo visto também se aplica à escrita. Elixir é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores YA books que já li. Com um tema inovador em meio ao mar de vampiros/anjos/lobisomens, a história é empolgante, divertida e muito bem escrita. Peguei o livro apenas para ler alguns capítulos antes de dormir e me vi presa em uma trama ágil e rápida, não consegui parar de ler até chegar à última página.

Clea Raymond é uma jovem fotógrafa, filha de uma importante senadora e de um renomado cirurgião. Há um ano seu pai desapareceu misteriosamente no Rio de Janeiro e até hoje ela não superou o fato. Após uma viagem à Europa ela percebe que em todas as suas fotos aparece um lindo e sexy rapaz, sempre de jeans, camiseta cinza e jaqueta de couro.

Atormentada, ela viaja ao Rio para tentar desvendar o sumiço de seu pai e suas estranhas visões. Tenho que tirar o chapéu para Hilary Duff, que retratou a realidade brasileira com muito mais dignidade e seriedade que a maioria dos outros autores estrangeiros. Nada de citações às mulheres seminuas, somente exaltação a alegria do nosso povo e a beleza de nossa cultura! Achei lindas as descrições do carnaval pela ótica dela (e olha que eu não sou nem um pouco fã desta festa)!!! Ela nos retrata como um país com desigualdades, porém muito rico de felicidade. Mas este não é o único ponto positivo do livro. Os personagens são muito bem construídos, o mistério e o suspense dão o clima certo e a trama é mágica, realmente excelente.

Não sabia que se tratava de uma série, mas agora com certeza pretendo acompanhar de perto as novidades em relação à carreira literária de Hilary Duff. O segundo volume, Devoted, tem lançamento previsto para novembro deste ano nos Estados Unidos e eu mal posso esperar por ele porque o final deste primeiro volume me deixou dando pulinhos de empolgação e curiosidade.

Como de costume, tenho que dar os parabéns à editora iD pelo ótimo acabamento, revisão e edição da obra. A capa é maravilhosa, feita com um material de textura que parece aveludada (a mesma que eu só vi até agora nos livros da série Fallen) e em tons muito lindos. As flores que decoram as abas e os inícios de capítulos ficaram lindas, assim como a diagramação que foi usada em todo o livro. Além do cartão postal da Hilary que acompanha a obra (ideal para marcar as páginas ficadica). Realmente um trabalho impecável, digno de reconhecimento! Leiam e se apaixonem 🙂

Avaliação (de1 a5):

Carina Rissi – Perdida

Nem sei como começar esta resenha porque ainda estou sem palavras para descrever a PERFEIÇÃO deste livro!!! Tem tudo que eu amo e muito mais: romance, aventura, mistério e muuuito humor também. Carina Rissi me provou definitivamente (porque depois de ler Paula Pimenta eu já sabia disso) que os autores nacionais podem dar de dez a zero em muito escritor estrangeiro por aí. Enquanto eu lia, nem percebi que era um livro nacional, me senti da mesma forma que me sinto quando leio Meg Cabot, Sophie Kinsella, Richelle Mead, ou até melhor!

A história é perfeita, não tem um errinho que eu possa apontar! É o terceiro livro que leio sobre o tema viagens no tempo e posso afirmar que todos são maravilhosos (aliás, cheguei à conclusão que se um dia eu vier a escrever um livro será com este assunto, pois pelo visto não tem como o resultado não ser magnífico)! Se preparem para uma resenha recheada de elogios escandalosos e muito mais que merecidos. Eu sempre tive o pé atrás com a literatura nacional, mas depois desta obra não tem como ficar embasbacada com o talento da autora e desejar gritar pra todo o mundo: comprem este livro já!!!

Tudo começa quando Sofia derruba seu celular na privada em um barzinho. Só com esta cena eu já rolei de rir porque isso já aconteceu comigo também (tudo bem, eu não estava em um barzinho, mas perdi meu celular desta forma desagradável)! No outro dia, ela parte em busca de um novo aparelho, dos mais modernos, com tudo que tem direito. Ela acaba entrando em uma loja muito suspeita e sendo atendida por uma vendedora mais suspeita ainda. Porém, como o aparelho que ela estava lhe oferecendo era tudo que ela queria, Sofia não pensa duas vezes e compra na hora.

Voltando para casa, ela não resiste e começa a fuçar no aparelho, só que ele não liga. Com muita raiva da vendedora, ela começa a voltar para loja, até que o telefone emite uma luz. Sofia pensa que esta tudo bem então, que vai ir pra casa com seu telefone novinho, ouvir muitas músicas, ler seus romances água com açúcar como sempre faz e fugir de um marido (tudo na mesma). Doce engano! A luz do celular fica cada vez mais forte e, do nada, tipo do nada meeesmo, ela se vê em um campo aberto, caída em cima de uma rocha.

Você, assim como ela, deve estar pensando que a garota tem um parafuso a menos, que a ressaca do dia anterior deve estar provocando visões etc. e tal. Só que não é nada disso! Sofia está perdida em um século passado, deveras distante do seu tempo. Só isso já serviria para provocar o surto de qualquer garota não é?! Mas um jovem rapaz bonitão e muito cavalheiro aparece para ajudá-la. Ele oferece hospedagem e roupas (porque as dela eram um top e uma saia jeans um tanto curta).

Até aí a trama parece clichê. Mas o melhor deste livro é a forma com que Carina Rissi criou a protagonista. Para ela não está tudo bem ter viajado no tempo. Ela não busca se adaptar, nem nada disso. Muito pelo contrário, ela sofre muito com as diferenças culturais e físicas que existem. Sério, passei mal de tanto rir no capítulo dedicado à “casinha”. Minha mãe até foi no quarto ver se eu estava bem, porque não parava de chorar de rir!!!

A personagem é carismática, sem papas na língua e muito engraçada! Seus dramas me comoveram e emocionaram. Isso sem contar no mocinho fantástico da trama. Ian é bonito, inteligente e com uma mente aberta para  novas idéias (até porque, não aturaria Sofia sem essas qualidades). Os personagens secundários também são fabulosos, tanto os do tempo presente quanto os de dois séculos atrás.

Nem dá pra começar a contar o quanto eu gostei do desfecho, de como o enredo da uma virada atrás da outra de modo à sempre prender mais e mais a atenção do leitor. Me impressionei com o tamanho do livro. São quase 500 páginas de pura magia, mas se pudesse estenderia para umas 1000!!! Esta é realmente a história de “um amor que ultrapassa as barreiras do tempo”. Altamente recomendado, mas cuidado, esta obra não deve ser lida em lugares públicos para evitar maiores constrangimentos. E atenção, o perigo de se viciar é enoorme!!!

Avaliação (de1 a 5):

Ally Carter – Ladrões de Elite

Amei, amei, amei! Ladrões de Elite, de Ally Carter, me conquistou logo na primeira página! A narrativa é agil e fluída, sem deixar tempo para largarmos o livro. A história é emocionante e prende o leitor rapidamente, com um tema divertido e ao mesmo tempo controverso, onde torcemos para que os ladrões se deem bem! Conheci a autora através das resenhas da Camila do Leitora Compulsiva, sobre a série Garotas Gallagher, que eu sempre quis ler, mas nunca tive tempo ($$$$$) para comprar! Agora, com o lançamento deste novo livro, meu namorado querido me deu de presente no dia dos namorados (é ou não é para morrer de amores)?!

A história gira em torno de Katarina Bishop, uma garota que vive em uma família de ladrões. Até os 15 anos, ela ajudou seu pai, o mais renomado ladrão dos últimos tempos. Porém, depois de tantos anos trabalhando em negócios escusos, agora ela quer ser uma adolscente normal. Para isso ela arma um golpe e se infiltra no melhor colégio interno dos Estados Unidos. Só que não vai ser tão fácil abandonar o seu ramo familiar. Após 3 meses na nova escola ela é vítima de uma armação muito bem articulada e acaba sendo expulsa. O motivo é explicado por Hale, seu antigo parceiro lindo, carismático e bilionário. Seu pai está em perigo, pois obras valiosíssimas foram roubadas de um temido mafioso, Arturo Taccone e o principal (e único) suspeito, é Bobby Bishop. Taccone não quer saber quem roubou suas obras, só faz questão de informar à Kat que, se eles não aparecerem em duas semanas, seu pai é quem sofrerá as consequências.

Assim, com a ajuda de Hale e outros amigos (também comparsas), ela terá de viajar pelo mundo procurando pistas do misterioso ladrão que executou um roubo praticamente impossível na fortaleza do mafioso. Muitas aventuras e reviravoltas acontecem no decorrer da obra e todas me deixaram ainda mais curiosa e aflita pelo desfecho da trama.

Os personagens são muito engraçados e ganham vida sem nenhum esforço do leitor. As descrições de cenários e obras de arte também merecem destaque, pois são vívidas e realistas. Adorei entrar neste mundo de museus e pinturas valiosas. Ser ladrão, segundo a autora, é mesmo uma arte!

Avaliação (de 1 a 5):

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