Carole Matthews – A Dieta das Chocólatras

Este é o livro de Janeiro do Desafio Literário 2012, cujo tema era gastronomia. A Dieta das Chocólatras é a sequência de O Clube das Chocólatras, chick-lit que li no ano passado e AMEI!!!

O livro começa exatamente onde terminamos o outro, assim continuamos acompanhando a vidas dessas quatro mulheres unidas pelo amor ao chocolate. A narradora ainda é Lucy Kincaid, a mais divertida de todas as personagens!! Ela terminou o outro livro com um belo romance em mãos, mas nesta sequência acaba percebendo que a vida não é um mar de rosas.

Lucy é aquela típica personagem chicklitiana que me dá nos nervos diversas vezes. Mesmo sabendo que está fazendo a coisa errada, ela persiste na burrice, o que as vezes me fazia querer entrar no livro e chacoalhar a moça.

As outras integrantes do Clube também não fogem à regra. Autumn, apesar de ter resolvido a questão amorosa, agora enfrenta o drama de apresentar à família extremamente conservadora o seu namorado negro, pobre e que não joga golfe!!! E ainda temos a volta do irmão, dependente químico, Richard para assombrar ainda mais a vida da moça, prejudicando seu namoro.

Chantal, a maníaca por sexo, deseja profundamente restaurar seu casamento. Mas essa não é uma tarefa simples, afinal traição demora para cicatrizar… Ela e Ted tentam dar um rumo ao casamento, mas ele quer filhos e ela, não. Mas será que depois de tudo que aconteceu ela realmente não tem esse desejo? Isso é o que o leitor vai acompanhando e descobrindo aos poucos.

Já Nadia, para mim, foi quem teve um drama mais pesado. Seu marido era tão viciado em jogo que quase perdeu a casa, mas agora depois de uma separação ele parece estar mudado e ela decide dar uma chance ao casamento. Porém, como eu disse, nunca é tão fácil assim superar um vício…

Essas são as chocólatras, mulheres com muitos problemas e motivos para chorar, mas que encontram no Paraíso do Chocolate um motivo para voltar a sorrir. Unidas pelo amor à este doce único, elas se ajudam, prosperam e fazem votos de amizade eterna.

Como no livro anterior, somos colocadas por dentro de todos os tipos, marcas e sabores de chocolate possíveis. Alguns eu pude reconhecer, pois são internacionais, outros, só indo para os EUA para saborear!!!

Este livro, apesar de ter temas bastante pesados, é uma obra leve, descontraída e muito divertida. Você pode gargalhar horrores com os diálogos das personagens, com o casal gay que administra a chocolataria, e principalmente com Lucy, a mais desastrada e indecisa de todas.

Com certeza recomendo muito o livro, quem gostou de O Clube das Chocólatras ou de livros parecidos, com certeza irá amar!

Avaliação (de 1 a 5):

Carol Sabar – Como (quase) namorei Robert Pattinson

Antes de começar a resenha, tenho duas considerações a fazer. A primeira é bem simples: eu gostei desse livro. A segunda é um pouco mais complexa: tenho visto muitos casos de resenhas a respeito de livros brasileiros que, como irei dizer, suavizam todos os erros, problemas ou aspectos negativos da obra em questão. Eu concordo que devemos apoiar os escritores nacionais, que eles têm menos incentivo para publicação, que as editoras não revisam tão bem, etc. Porém, em primeiro lugar vem o compromisso que todo resenhista tem com vocês, leitores, de escrever com sinceridade a sua opinião sobre qualquer livro. Isso independe de nacionalidade, gênero, ou qualquer outro fator e fico muito triste quando vejo tantos casos de blogueiros sendo desrespeitados por dar sua simples opinião.

Como podem ver, refleti bastante sobre o assunto antes de vir aqui escrever essa resenha. E isso tem um motivo, claro. Estou lendo tantos comentários maravilhosos, derramados em elogios sobre a perfeição desta obra de Carol Sabar, que fiquei bastante preocupada quando percebi que tudo que eu precisava e pretendo dizer aqui pode vir a ser mal interpretado. Mas enfim, não há nada que eu possa fazer além de escrever o que achei do livro.

Como (quase) namorei Robert Pattinson é um livro que eu não leria em um primeiro momento. O título me remeteu àqueles livros que embarcam na onda de grandes sucessos e que não tem nenhuma história nova para contar. Porém, depois de ver uma mobilização tão grande da blogsfera, tantos elogios e conhecer a sinopse e do que se tratava a história, fiquei bastante empolgada para lê-lo.

Essa é a história de Duda, uma jovem de 19 anos que é super fã da saga Crepúsculo. Ela é, como se autodenomina, uma Crepuscólica, que vive e respira para essa história de vampiros. Infelizmente, ela acaba deixando de lado a vida real por causa disso. Quase não sai com seus amigos e não namora porque nenhum cara que conhece pode chegar aos pés da perfeição do Sr. Robert Cullen ou Edward Pattinson.

Isso é uma coisa que começou a me incomodar logo no início do livro, Duda mistura o personagem divinamente construído por Stephenie Meyer com o ator de Holliwood que, na minha singela opinião, não tem nem ¼ da beleza e maravilhosidade do Edward no papel.

Não há como negar que a protagonista é muito engraçada e torna a trama super divertida e até hilária em certos pontos. Duda é muito fanática e tem diversos diálogos internos surpreendentes. Um exemplo de sua mente fértil é o capítulo inicial do livro, em que ela está em uma praia deserta, com Robert Pattinson passando bronzeador em suas pernas e uma “caipirosca de limão geladinha” ao lado.

O livro segue contanto sobre o intercâmbio de Duda, sua irmã e mais duas amigas, que moram juntas e vão passar uma temporada em Nova York para estudar inglês. Lá ela acaba fazendo novos amigos, e entre ele está o fofíssimo Pablo. Ele é um amor de pessoa, um gato e disposto a tudo para conquistar o coração de Duda. Mas não importa o quanto ele se esforce, ela só pensa no personagem-ator de Crepúsculo.

E assim que ela conhece seu vizinho e descobre que mora ao lado de um sósia praticamente idêntico à RP, toda a razão vai por água a baixo e ela só pensa em Miguel, Miguel, Miguel.

Apesar de estar na cara que tem algo errado com o gato, possuidor de um Volvo prata, devo dizer, Eduarda não se importa nem um pouco. Deixa de lado Pablo e as amigas e só se preocupa mesmo em encontra-lo (pois ele está sempre fora) e em estar em sua companhia.

Logicamente essa fissuração garante boas risadas ao leitor e muitas situações divertidas. Duda é daquelas personagens que sempre mete os pés pelas mãos! E como o livro é bem extenso, podem contar com várias reviravoltas, surpresas e fortes emoções.

Isso é um quesito que poderia ter sido melhorado no livro. Achei que ficamos muito tempo dentro da cabeça de Duda, acompanhando suas ideias mirabolantes. Por vezes virei umas oito páginas e não saía das divagações dela, o que tornou a narrativa extremamente maçante nesses pontos. E como não sou do tipo paciente que aguenta várias reflexões que não levarão a lugar nenhum, lá vai a Adriana fazer uma leitura dinâmica (só correndo os olhos por cima do texto até chegar em algum diálogo).

O outro ponto que eu mudaria trata-se da história em si. Acho que a Carol quis fazer um contraponto entre Edward – Miguel e Pablo – Jacob. Entretanto não acho que isso tenha funcionado e não conseguiu me convencer nem um pouquinho. Eu, sinceramente, não consegui entender e muito menos gostar do final.

Achei que ficou tudo muito sem sentido nos últimos capítulos, como se as cenas e acontecimentos fossem jogados no livro sem propósito. Não sei se conseguirei me expressar claramente, mas senti como se a trama tivesse se perdido no meio de tanta enrolação e problemas apresentados. É raríssimo eu conseguir perceber esse tipo de coisa, tanto que minhas avaliações sempre puxam pro lado do positivo neste tipo de gênero literário. Mas não tem como eu não falar francamente aqui se terminei o livro com essa opinião gritanto em minha mente.

Isso não quer dizer que eu não tenha gostado do livro, volto a dizer. Foi uma leitura muito gostosa e leve, mas não conseguiu passar de um bom na minha humilde avaliação.

Não posso deixar de dar os parabéns à Editora Jangada pela capa e projeto gráfico do livro, que ficou uma beleza. Não consegui encontrar muitos erros durante a leitura e as páginas são amarelas com letras bem agradáveis ao leitor (nada daquelas letras miudinhas). Também preciso dar os parabéns à autora, que conseguiu lançar um livro totalmente inovador no gênero e que demonstra muito talento da parte dela. Apesar de não ter amado o livro, ficou claro que Carol Sabar pode lançar muitas obras de sucesso ainda, pois tem o dom de escrever bem um estilo bastante difícil e disputado, o chick-lit.

Considerações a parte, só me resta recomendar a obra aos amantes do gênero e a todos que estão na dúvida e desejem tirar suas próprias conclusões.

Avaliação (de 1 a 5):

Lauren Weisberger – Uma noite no Chateau Marmont

Eu adoro Lauren Weisberger! Escritora de chick-lits com um tempero bem diferente dos demais, nos livros dela encontramos protagonistas fortes, bem empregadas e, muitas vezes, já casadas com o homem dos seus sonhos. Por isso mesmo, as situações descritas por ela podem ser ainda mais reais do que na maioria dos outros chick-lits, onda a mulher está um pouco acima do peso, tem um emprego ruim quando tem e nenhum perspectiva agradável no campo romântico.

Um Noite no Chateau Marmont é incomparavelmente melhor ao último romance dela que li (A Caça de Harry Winston, que achei muito fraquinho), e conta a história de Broke.

Ela é uma mulher decidida e batalhadora. Há cinco anos conheceu Julian Alter, um músico que a encantou imediatamente. Ela foi atrás do rapaz e descobriu que, além de tocar muito bem, ele era simpático e gentil. Os dois se casaram e durante todo esse tempo Broke sustentou o fardo de trabalhar em dois empregos e cuidar da casa, tudo para que Julian seguisse o sonho de ser um músico famoso.

Ela não se importa com isso, pois ama muito o marido, e o amor é recíproco. Os dois formam um casal muito fofo, que tem companheirismo, afeto e carinho entre si. Pelo menos este é o quadro em que começa o livro.

Porém, a vida dos dois está prestes a mudar. Isso porque Julian entra no circuito das celebridades instantâneas! Aos poucos, as pessoas começam a prestar atenção nele e logo a vida de Broke está repleta de agentes, gravadoras, shows e viagens.

Para acompanhar o marido, ela acaba se dedicando menos aos dois empregos, mesmo sabendo que é isso que ama fazer e que necessita de ambos para conseguir a experiência necessária para abrir seu próprio negócio.

Agora o embate está criado, Julian quer que ela esteja presente e acaba se transformando com a chegada da fama, já Broke continua fazendo de tudo para salvar o casamento, os empregos e devotando tudo ao marido, que ela realmente ama muito!

O título do livro fala sobre o Chateau Marmont, um local onde estrelas do rock e atores famosos sempre se hospedam e onde Julian e Broke percebem pela primeira vez o quanto suas vidas irão mudar com a fama e o dinheiro. O Chateau também é palco do maior conflito de todo o livro mas esse vocês terão de ler para saber.

Com certeza Lauren merece aplausos pela narrativa bem feita, o livro é rápido de ler e muito gostoso. Fiquei o tempo todo torcendo pelo casal, ao mesmo tempo em que pedia a Broke um pouquinho de ação contra tudo o que acontece com ela!!! Eu não teria tanto estômago quanto ela, disso tenho certeza!

A única coisa que tira o livro da galeria dos favoritos é o desfecho. É comum nos livros da autora, e do gênero chick-lit em geral, dar um desfecho corrido, que não me anima tanto como quando as coisas se resolvem vagarosa e explicadamente. Mesmo assim, 5 estrelinhas para o livro, que está super recomendado!

Avaliação (de 1 a 5):

Promoção Qual Seu Número?

Olá queridos leitores! Como prometido, venho trazer esta mega promoção para vocês, que terão a chance de ganhar este livro maravilhoso que foi cedido gentilmente pela Editora Novo Conceito. Para participar, basta seguir algumas regras simples chato, mas necessário e contar com a sorte!

REGRAS

  • Ter um endereço de entrega no Brasil
  • Preencher corretamente o formulário
  • Deixar um comentário neste post com a frase: “Quero conhecer as aventuras de Delilah em Qual Seu Número?” para validar sua participação.

Se você quiser mais chances de ganhar, fique atento aos pontos extras.

PONTOS EXTRAS

  • Seguir o @MundoLeitura no Twitter +1 número
  • Seguir a @Novo_Conceito no Twitter +1 número
  • Assinar as postagens do blog +1 número
  • Divulgar (no máximo uma vez por dia) a seguinte frase no Twitter, Facebook, blog, Skoob ou outra rede social: “O @MundoLeitura em parceria com a @Novo_Conceito te darão Qual Seu Número, corra e participe http://wp.me/p1trrH-ri” +1 número
A promoção vale até a meia-noite do dia 03/12 e o sorteio será realizado no dia 04/12, através do random.org. O ganhador terá 48 horas para me fornecer seus dados após o envio do meu e-mail. Não havendo contato neste prazo, será realizado um novo sorteio.
Participem e boa sorte à todos!!!

Karyn Bosnak – Qual Seu Número?

Leve, divertido, engraçado e inteligente como todo bom chick-lit deve ser! Estava carente de uma leitura nesse estilo, pois fazia tempo que não lia um chick-lit tradicional, sem nenhuma inserção sobrenatural, ou puxando para o lado do infanto-juvenil.

“Qual seu Número?” é um daqueles livros que te surpreende, aquele tipo de obra que te deixa grudado às páginas e ansioso pelo desfecho, aquele livro que te faz gargalhar com as peripécias da protagonista e que você termina de ler com um sorriso no rosto e com a sensação de ter ganhado o dia por ter conhecido aquela história. Foi mais ou menos assim que eu me senti no final: feliz e contente. Aliás, acho que este é o principal objetivo de ler, agregar conhecimento e nos transportar a uma outra realidade que nos faça feliz, entretenha e promova cultura.

Mas estou aqui divagando e na verdade o que quero hoje é contar para vocês a saga de Delilah Darling eita nomezinho hein, uma mulher quase na casa dos 30 anos, razoavelmente bem sucedida profissionalmente e para quem falta o imprescindível: um bom partido!

Lá estava nossa querida protagonista lendo seu jornal, quando vê uma matéria que irá mudar sua vida. Segundo uma recente pesquisa, a média de parceiros sexuais para cada pessoa no planeta é de 10,5. E digamos que Delilah já ultrapassou um pouquinho quase o dobro, para ser exata esta média. Assustada com a possibilidade de nunca encontrar seu par ideal por já ter ultrapassado seu número, ela embarca em uma louca viagem atrás de seus ex-namorados, na esperança de que um dos relacionamentos que outrora não vingaram, floresça e a torne uma mulher casada sem nenhum acréscimo em seu número já elevado.

Para essa tarefa ela irá contar com a ajuda de seu vizinho Colin, que faz o serviço de detetive particular e encontra os ex de Delilah, mas logicamente ele não sabe para que está procurando-os.

Nesta jornada iremos conhecer todos os ex-amores da garota, e só para resumir: ela tem o dedo podre! Atravessando o país, Delilah vai de estado em estado procurando por eles. E o melhor são as tentativas de reaproximação dela, que nos garantem altas risadas! Como eu disse antes, o livro é muito engraçado. Tem boas doses de romance e muita diversão no caminho.

Como é clássico dos chick-lits, estão presentes a mãe autoritária, uma irmã maravilhosa que consegue tudo que quer mas mesmo assim é um amor de pessoa e um ótimo partido que fica esquecido até a metade do livro.

A narrativa de Karyn é leve e gostosa, você nem percebe as páginas passando e, quando vê, já está no final. Outra característica que eu adorei foi a inserção de listas e mensagens da caixa postal de Delilah no início de cada capítulo, deram um tom ainda mais descontraído ao livro.

Outro detalhe magnífico é a edição do livro, que ficou divina! Babei nas páginas com detalhes, nos mapas da rota de Delilah em cada capítulo e no cuidado e capricho da revisão e graficação. Mais uma vez tenho que parabenizar à Editora Novo Conceito pelo capricho com seus livros, eu fico simplesmente encantada de poder ter obras tão lindas na minha estante!

Por fim, só me resta recomendar esta obra para homens e mulheres, de todas as idades. Qual seu Número? é capaz de agradar qualquer público e arrancar sorrisos até do leitor mais desavisado. E fiquem atentos para as novas postagens aqui no blog, pois a editora me enviou dois exemplares e no final de semana entra no ar uma super promoção valendo um deles!

Avaliação (de 1 a 5):

Carole Matthews – O Clube das Chocólatras

Eu amo chick-lits! Este é um gênero divertido, romântico e que tem praticamente tudo que eu procuro em um livro. Chick-lits são livros que abordam o universo feminino, a mulher moderna e todos os seus dramas, medos, conquistas, neuras e principalmente, seus  problemas de relacionamentos.

O Clube das Chocólatras se enquadra perfeitamente neste estilo, nos apresentando quatro personagens centrais com tipos de vida bem diferentes, mas unidas pelo mesmo amor: o chocolate. É comprovado cientificamente pode perguntar para qualquer representante do sexo feminino que chocolate acalma, cura dor de cotovelo, aplaca a TPM, alivia o stress e alegra o dia de qualquer um! Mas Lucy, Nadia, Autumm e Chantal levam esta paixão pelo doce a níveis nunca antes vistos!

Esta obra me lembrou bastante de Sapatólatras Anônimas, não só pelo nome, mas pela estrutura da trama, que é idêntica. Quatro mulheres unidas pela mesma paixão, cada uma com um drama maior que o outro. Claro que isso não quer dizer que não gostei da história, muito pelo contrário, eu amei. Como expliquei para vocês no outro post, não tenho nada contra clichês ou repetições, desde que hajam elementos inspiradores no livro que me conquistem de primeira.

E assim foi com esta obra, me identifiquei com as protagonistas de imediato. Dei altas gargalhadas com Lucy e suas trapalhadas amorosas. Me diverti e me choquei a beça com Chantal e sua fome incontrolável por sexo mesmo tendo em casa um marido que não a auxilia nestas atividades. Autumm me prendeu por sua simplicidade e amor ao próximo, sempre gosto das boazinhas. Já Nadia me fez ver o lado de uma situação que é pouco abordada pela literatura pelo menos eu acho o vício em jogos.

Todas elas tem algo a te mostrar e ensinar. Isso é o mais legal e mais divertido da história. E claro que todos os problemas que surgem vão sendo resolvidos com muita amizade e chocolate, claro. Conheci diversas marcas que nem sabia que existiam, mas que me deixaram com água na boca assim como a capa! Quem dera existisse um “Paraíso do Chocolate” aqui na minha cidade!!!

Um livro de temas bem adultos e super divertido, se você gosta do gênero, não pense duas vezes e leia logo! Eu, com certeza, estou louca pela continuação, A Dieta das Chocólatras 😉

Avaliação (de 1 a 5):

Sarah Mason – Um Amor de Detetive

Este é um clássico chick-lit, de uma autora ótima. Um Amor de Detetive é um livro cativante e promissor. Apesar de tudo isso, não o considero perfeito, algumas coisas poderia ser melhor abordadas e senti falta de romance no livro. Eu sou uma romântica incurável, e queria mais cenas cute envolvendo os protagonistas!!

A obra conta a história de Holly Colshannon, jornalista falida que escreve uma coluna sobre a morte de animais de estimação em um jornal. Claro que ela deseja melhorar seus status dentro da cadeia jornalística, escrevendo coisas mais interessantes. E quando o rapaz que cuidava da seção criminalista se demite, ela finalmente tem sua chance.

O chefe de Holly decide que seria interessante fazer uma série de reportagens sobre a vida de um detetive policial. Isso seria como matar dois coelhos com uma cajadada porque aumentaria a tiragem do jornal e estreitaria os laços deteriorados da polícia com a mídia impressa. Para esse serviço Holly terá que seguir um detetive no seu dia-a-dia e escrever um diário sobre os casos acompanhados (sem vazar informações, claro), publicando-o em sua coluna.

A tarefa da moça não é fácil, mas fica ainda mais complicada quando ela descobre que o policial em quem ela terá que “grudar” é James Sabine. Ele odeia reportes e a mídia em geral, faz questão de deixar isso bem claro para Holly e para todos que acompanham seu primeiro diálogo com ele na delegacia. A protagonista é super atrapalhada, o que o irrita ainda mais. No início do livro, achei James muito ignorante, mas aos poucos vamos conhecendo mais sobre ele e o personagem também se solta na companhia de Holly.

Falando nela, é uma figura a parte, com seu jeito destrambelhado e desatento nos faz dar altas risadas, ainda mais com todas as suas idas ao hospital!! Ela e James se aproximam bastante nos decorrer do livro, entretanto existe um grande (gigantesco) empecilho na vida dos dois. Ele está prestes a se casar e não vai abandonar a noiva por nada no mundo.

Muitas confusões, risadas e diversão te esperam ao pegar este livro para ler, é uma obra despretensiosa e super leve. A escrita de Sarah Mason é muito gostosa, não dá vontade de parar de ler, mesmo que em certos momentos haja monotonia na história. No geral é uma boa dica de chick-lit. Mas cuidado, se você gosta de romance, talvez se decepcione!

A capa é uma fofura e a edição da Bertrand é impecável. Um livro lindo que merece destaque na estante. Leia sem grandes pretensões e tenho certeza de que dará boas risadas com a personagem principal!!! Já li mais uma obra da autora, da qual gostei muito até mais do que este chamada A Vida é Uma Festa. Pretendo ler em breve Alta Sociedade, último lançamento dela publicado no Brasil.

Avaliação (de 1 a 5):

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